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                  • Instalação e Beneficiação de Povoamentos Florestais
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                  • Valorização Ambiental de Espaços Verdes
                  • Poda de Árvores e Abates por Desmontagem Gestão Florestal
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Controlo de mato

O objetivo do controlo de mato é controlar a concorrência hídrica e diminuir a massa combustível, reduzindo o risco de incêndio.
As diferentes técnicas de controlo de mato em povoamentos florestais são adaptadas às características da estação e da espécie, tendo em conta principalmente a sua tolerância ao ensombramento. Esta operação é efetuada por meios manuais e moto manuais; mecânicos através de corta-matos, destroçadores e grades de disco; fogo controlado ou pastoreio. Pode ser utilizado um método ou a combinação de vários, permitindo jogar com as vantagens de cada um, e adaptando-os às características do povoamento e da estação.

Controlo Químico

Existem duas formas de combater quimicamente as espécies invasoras, pode ser através do pincelamento dos cepos e através de pulverização.
No caso do pincelamento, a aplicação do químico é feita poucos segundos após o corte raso da invasora, para garantir a eficácia do processo e após a rebentação, quando as espécies atingirem um máximo de 40 cm, passado 4/5 meses.
Normalmente utilizamos um herbicida sistémico (glifosato a 4% de diluição), sendo que os químicos utilizados são biodegradáveis, isentos de classificação toxicológica e não prejudiciais para o meio ambiente.

Limpeza e Desbastes

As limpezas são indicadas em povoamentos jovens com o objetivo de reduzir a pressão de competição entre indivíduos, remover indivíduos mal conformados e, nos povoamentos mistos, regular o grau e forma de mistura.
Os desbastes têm como objetivo controlar a pressão de competição, promovendo uma distribuição espacial tendencialmente uniforme, e têm lugar quando o espaço de crescimento está totalmente ocupado. Este fim pode ser alcançado a partir de diferentes técnicas de eleição dos indivíduos a manter no povoamento, que podem alternar ao longo do tempo de acordo com os objetivos definidos e o desenvolvimento do povoamento. A seleção do tipo de desbaste é efetuada em função das características do povoamento e das produções que se pretendem obter, podendo variar ao longo do tempo.

Desramações e Podas

O objectivo da desramação é conduzir a forma do fuste, sendo a promoção da desramação natural, pelo ensombramento do fuste, a forma mais económica. A desramação artificial, dado o seu custo, e produzir material de reduzido valor comercial, incide, normalmente, nos indivíduos com melhores características produtivas.

Na poda consideram-se três tipos com os seguintes objectivos:

  • De formação - formar fustes e equilibrar copas. Tem lugar em espécies com fraca dominância apical, desde que a formação de fuste seja um objectivo de produção. Pelo seu custo, é uma operação que deverá ser efectuada nos indivíduos com melhores características de desenvolvimento e produção;
  • Sanitária - controlo da propagação de pragas e doenças. Destina-se a eliminar as partes da copa afectadas, reduzindo, assim, o risco de propagação;
  • De frutificação - favorecimento da produção de fruto, pelo controlo da luminosidade e pressão de competição.

Refira-se que as podas, independentemente do tipo, são executadas com moderação de forma a não originar a redução do potencial produtivo da árvore.

Cortes

Em cortes incluem-se tanto os cortes sanitários como os de realização. Relativamente aos dois últimos, é tida em conta principalmente a extração do material lenhoso. Assim, são mais indicados os cortes de realização que promovam a manutenção do coberto, conferindo maior proteção do solo e conservação da água, em zonas em que o declive e as características diagnósticas do solo sejam restritivas.
Considera-se que os cortes de realização se efetuam quando se atinge o termo de explorabilidade. Os cortes sanitários permitem o controlo da propagação de pragas e doenças, devendo, por isso, ser efetuados sempre que existam indivíduos afetados.

Tratamento de Sobrantes

Os resíduos florestais sobrantespodem ser estilhaçados ou triturados e deixados no local, ou levados para vazadouro autorizado. Se os sobrantes apresentarem sintomas da presença de nomátodo, estes devem ser estilhados (inferior a 3 cm) ou queimados no local, tendo sempre em consideração o risco de incêndio florestal. Deve-se também evitar o transporte de material lenhoso ou de sobrantes no período de Abril a Outubro pois há risco de propagar a doença.

Nota:Todas as demais especificações técnicas descritas no Caderno de Encargos serão respeitadas.
 
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